Feliz Ano Novo [Rubem Fonseca]

Ontem fui a uma livraria e comprei o livro Feliz Ano Novo, de Rubem Fonseca. Nada de especial, diriam vocês. O livro não é nem novo. É verdade. Eu já havia lido. Por que estou comprando de novo? Meu filho de 18 anos está interessado em lê-lo. Vocês devem concordar que um jovem interessado em leitura deve ser incentivado. Então comprei.

Este ato singelo da compra de um livro teve um significado especial. Quando li Feliz Ano Novo, acho que em 1976, ele estava proibido pela censura. O livro não podia ser lido por que “atentava contra a moral e os bons costumes”. Li Rubem Fonseca em cópia xerox. Continue lendo Feliz Ano Novo [Rubem Fonseca]

Perdemos Kubrick

um dos maiores diretores do século XX

No final da semana passada (março de 1999), morreu o diretor de cinema Stanley Kubrick. Seu nome esteve sempre associado ao novo e o melhor cinema que chegava às telas de tempos em tempos. Ele foi como um Spielberg mais sofisticado e menos preocupado em atender às exigências do mercado. Não fazia cinema para o público. Kubrick criava e educava espectadores do cinema. Continue lendo Perdemos Kubrick

Tá dando vontade de voltarmos a escrever aqui