Arquivo da categoria: mundo digital

Novidades da internet e de produtos com tecnologia digital

Proteção de iPhone que não protege, quebra

Mensagem: uma capinha de celular muito rígida pode empenar a tela. 

A vida digital é difícil. Todo dia temos que aprender mudanças nos sistemas operacionais, nos novos smartphones, novos aplicativos, uma ciranda. Mas o que aconteceu comigo foi mais prosaico. A placa de vídro, na verdade, a placa transparente onde acionamos os comandos com toque empenou. A questão é por que e como?

Fiz uma viagem de carro, usei o iPhone para ouvir Apple Music conectando ao som do carro por uma USB. Algum pouco sol pegou no iPhone, que estava no portatreco do painel. O sol não teria sido suficiente para deformar a placa transparente do equipamento.

Resumindo a história. Acho que o iPhone esquentou ligado, tocando musicas e carregando na USB. O problema é que o protetor do meu celular (a capinha) é feito de material rígido que não aparenta deformar. Com o calor, a placa quis dilatar e foi contida pelo “case”. Tem todo o jeito de ter sido isso.

Chato ter que trocar de celular agora. O iPhone 5 ainda tava funcionando bem. Um novo iPhone 6 sai por uns três mil reais num plano da Vivo. Usuários de Apple têm custos caros.

Instalando o novo IOS 9

Por que trocar? O novo sistema operacional da Apple ocupa menos espaço, e meu iPad de 16Gb já está chegando no limite. O IOS 9 tem 1,3Gb, contra 4Gb do IOS 8. A vantagem parece grande. Entretanto, no final das contas, só apareceram livres pouco mais de 1Gb. Bem, um ganho é um ganho. E o que perdi? A vida é assim, ganha-se aqui, perde-se lá. Velocidade! Meu iPad, agora, fica sempre “pensando” antes de responder a qualquer comando. Acho que a culpa é do novo desenho do sistema operacional, que trabalha utilizando as partes ativas dos aplicativos que estão sendo usadas. Isso deve gerar mais trânsito de pedaços dos programas. Alguém lembra dos antigos swaps dos programas nas memórias limitadas do passado?

Instalei o IOS 9 no meu iPad. O processo correu tranquilo. A Apple é boa nisso. Levou uma hora e meia, com boa parte do tempo consumida em “baixar” o novo sistema operacional. Para referência, minha internet é NET Virtua com 30Gb de velocidade. O iPad é antigo com 16Gb de memória. O processo correu tranquilo. 

Resumindo: Parece que a solução de compromisso (trade-off) é entre espaço e velocidade. A decisão é com você.

Windows 10, a aventura da migração a partir do Windows 8

A Microsoft continua com a prática de fazer um produto ruim e corrigir na versão seguinte. A eficiente versão XP foi seguida da trágica Vista. O Windows 7 resgatou a qualidade com um sistema operacional que funcionava. Veio o Windows 8, feito às pressas para entrar no mundo da mobilidade, o sistema da Microsoft ficou infernal para quem usa o micro para fazer mais do que ver fotos e ouvir músicas. A gigante adormecida trouxe, então, o Windows 10. Parece que ficou melhor que o Windows 8 (também isso era fácil).

Tenho um Notebook Dell novinho, processador Intel Core i7, 8 GB, um bom equipamento. A instalação parecia tranquila. O processo é super amigável. A Microsoft adotou uma interaçao coloquial com o usuário. Lá pras tantas o sistema avisa: “estamos fazendo mais umas coisas”. E completei minha primeria tentativa de instalação. O Windows 10 começou a funcionar. Até hoje não tenho certeza, mas eu fui trocar o antifirus McAffee pelo Ad Aware. Deu tilt. Continue lendo Windows 10, a aventura da migração a partir do Windows 8

a busca do Google amplia nossa visão do mundo ou a torna mais estreita?

A pergunta parece idiota. Com a internet podemos acessar uma quantidade e diversidade absurdamente grande de informação. É fato. Mas alguns pensadores estão perguntando se é tão simples assim.

Veja bem. Os mecanismos de busca são nossos portões para navegar na internet. Esses mecanismos – leia-se googles da vida – têm o objetivo de ser o mais eficientes possível. Eles procuram adaptar suas pesquisas para responder adequadamente ao que você está procurando. Esta adaptação das buscas ao perfil do usuário faz com que pessoas diferentes colocando as mesmas palavras numa busca do Google obtenham respostas diferentes. Curioso né? A busca vai aprendendo com nossos hábitos e preferências e vai restringindo os resultados àquilo que cada um de nós espera encontrar. Essa adaptação da procura pode ser (e parece que é) usada para fins comerciais. Mas não entremos nessa seara agora. Consideremos que os resultados estejam sendo usados apenas para o bem. O raciocínio elegante que os estudiosos da internet estão trazendo se refere à redução do espaço das buscas que está “otimização” dos googles provoca. Conforme os mecanismos de busca vão se adaptando a nossos desejos, cria-se um universo delimitado para nossa vivência na rede. Ficamos limitados ao quintal que nós mesmos ensinamos ao mecanismo como restringir. Quanto mais reforçamos os muros do que queremos achar, mais fechada fica nossa vida na internet. Ideia interessante né?

Como Yahoo não comprou Facebook

In the Valley, Yahoo is infamous for the string of deals it didn’t do. The worst one: Facebook. In the summer of 2006, Yahoo had a handshake deal to buy it for $1 billion. Semel decided to offer $850 million instead, according to a former executive, and Mark Zuckerberg, who hadn’t really wanted to sell, took that as his opportunity to walk away.

(Vanity Fair)

Candy Crush bate meio bilhão de usuários

Meio bilhão de pessoas têm Candy Crush nos seus smartphones. É um número! Imaginem quanto tempo a humanidade perdeu (ou ganhou, relaxando) explodindo bolinhas e geléias. Tenho o jogo nos meus iOS, mas não bateu muito tesão. Acho meio chatinho. Na verdade, o chato sou eu. Nos metrôs de todo o mundo (sou fino, verifiquei nas grandes metrópoles mundiais) antigamente o povo ficava lendo. Agora, de longe, dá pra ver nas telinhas do Candy Crush em ação.

A empresa King está preparando lançamento de IPO na bolsa de valores. É sinal que atingiu a maturidade. Leia-se maturidade como o fato da empresa ter encerrado sua fase de crescimento acelerado e entrado no período de redução de margens de lucro, menor criatividade e aumento do risco. Portanto, é o momento de compartilhar este momento arriscado com os investidores. Como somos bonzinhos, compremos as ações da empresa King, desenvolvedora do bem-sucedido joguinho. Assim, faremos mais um bilionário no pedaço.