último livro da trilogia Milênio fica entre os melhores do ano 2010

Com o título em inglês The Girl Who Kicked the Hornet’s Nest, o último livro da trilogia de Stieg Larsson entrou em honroso sétimo lugar na lista dos melhores livros do ano de 2010 do site Amazon.com. O hipnotizante romance criada pelo escritor sueco continua fazendo sucesso em todo mundo. Criou-se uma confraria mundial dos leitores que saborearam o ritmo do thriller Milênio, com as aventuras dos personagens do repórter Mikael Blomkvist e da hacker Lisbeth Salander. No Brasil, o livro saiu com o título A Rainha do Castelo de Ar e pode ser adquirido no Submarino.

Monteiro Lobato x Harry Potter

Por que tanta discussão sobre Monteiro Lobato? Acho que a garotada não está lendo Lobato. Quando mirim, viajei nas histórias desse gênio brasileiro. Uma criança hoje, se der sorte de gostar de ler, vai ler Harry Potter. A babaquice dessa discussão sobre o preconceito racial de Monteiro Lobato pelo menos trouxe seu nome para ser comentado na imprensa e, talvez, nas escolas. Quem será que lê hoje o magnífico A Chave do Tamanho? Reinações de Narizinho? Líamos estes livros antes do dez anos de idade. Imaginávamos as histórias em nossas cabeças, criando fantasias em 3D. Hoje, não precisam, tem Avatar. Por que darmos atenção ao Visconde de Sabugosa? A Universal criou o parque do Harry Potter em Orlando, na Flórida. Se fôssemos um pouco mais cultos e déssemos valor a nossa cultura, teríamos um grande parque temático chamado Sítio do Pica-Pau Amarelo, provavelmente em Minas. Este post é só pra mostrar minha rabugenta indignação com a falta de respeito por aquele que me despertou para o prazer da leitura.

Lidia Brondi na Playboy

Lidia Brondi havia sumido. O nome sonoro me lembrava de alguma atriz da Globo, mas eu não sabia que apito ela tocava. Uma reportagem do Caderno de TV de O Globo esclareceu o mistério. Tal qual um mágico biscoito madeleine, resgatou a imagem da bela atriz que saiu de cena há um bom tempo. Ela está hoje quieta e casada com o ator Cássio Gabus Mendes. Depois da memória desatada, detalhes sobre a moça foram chegando. Lidia Brondi marcou os adolescentes e os nem tanto pela sua performance surpreendente nas páginas de uma edição de Playboy de 1987. Naquela época, de repente, a moça recatada aceitou o desafio (e, é claro, o cachê) e fez ousado ensaio fotográfico na revista masculina. As maravilhas da internet nos permitem ter acesso às fotos do ensaio.

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Qual câmera escolher entre a Nikon D7000 e a Canon 60D?

O mercado de câmeras na faixa intermediária – entre o amador dedicado e o profissional – foi agitado pelos recentes lançamentos das marcas mais famosas. Trata-se dos modelos Canon 60D (agosto 2010) e a Nikon D7000 (setembro 2010). A Nikon já está disponível nas lojas Best Buy, dos EUA. Até o final do mês de outubro de 2010, estará em todas as lojas. As câmeras Canon e Nikon apresentam semelhanças para quem analisa a compra de uma boa máquina fotográfica. Não é fácil decidir entre elas. Vejam abaixo as características dessas câmeras que são comumente avaliadas por quem deseja adquirir um equipamento: Continue lendo “Qual câmera escolher entre a Nikon D7000 e a Canon 60D?”

Mélanie Laurent

Estava vendo Bastardos Inglórios. No filme, o diretor Quentin Tarantino sempre filma a judia Shosanna de perto, mostrando seu belo rosto. A beleza de Mélanie enche a tela. Me deparei com outro filme estrelado pela bela. Trata-se de “Não se preocupe, Estou bem!”, de 2006. Talvez tenha sido ali que Tarantino tenha selecionado a moça para seu filme ganhador do Oscar. A escolha foi acertada. Mélanie também povoa nosso site e imaginação. Boa menina.

Como escolher sua câmera digital

o que considerar na escolha do modelo de máquina fotográfica?

É uma questão que assola a humanidade nestes dias. Nós, consumidores, ansiosos por adquirir uma câmera digital, temos uma infinidade de produtos a escolher. Qual modelo comprar? Qual marca? Quanto investir no brinquedo? Aqui vão algumas dicas para escolher a câmera. Continue lendo “Como escolher sua câmera digital”

Aldir e o Barraco de Sorocaba

O texto que saiu hoje em O Globo, do grande compositor Aldir Blanc é meio embaralhado. Ele parece que está escrevendo sua diatribe (Polemikos também é vocabulário!) transbordante sobre o sempre criticável estado das coisas. Aldir deambula pelos assuntos metendo o pau, como se dizia, nos sinais aparentes de que a sociedade é uma merda e piora a cada dia. Acho que Aldir estava num dia de mau humor. Ele atira em Pimenta das Neves, bom alvo, ícone da impunidade nacional, que não devemos deixar ser esquecido. Mas comenta também um caso que eu, pouco antenado, deixara passar. Trata-se do Barraco de Sorocaba. Nas palavras de Aldir:

“O tal barraco envolveu uma fogosa mulher, um sujeito parecido com a caricatura malévola de um jegue na caatinga, só que de óculos escuros, e a esposa traída que escancarou a sujeira na janela virtual.”

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Boas maneiras e modos

Boas maneiras são mais importante que leis… Os modos são o que irrita ou acalma, corrompe ou purifica, exalta ou deprecia, brutaliza ou refina, através de uma constante, estável, uniforme, insensível operação, como o ar que respiramos.

de Edmund Burke (1729–1797), filósofo irlandês, governante. do livro Letters on a Regicide Peace (1796).

Estava buscando no site dictionary.com e achei esse “quotation”. Not bad!

Pornopopéia [Reinaldo Morais, Objetiva, 2009]

Gostei da jornada pornográfica da Reinaldo Morais. Começando pelos méritos menores, é um exemplar de boa pornografia. Mas Reinaldo escreve bem. Sua linguagem chula é de alto nível. O texto rola fácil. A grosseria da vida do Zeca da história tem embrulho de luxo. Sua odisséia de drogas e sexo não pede compreensão ou explica qualquer coisa. O humor aparece nas enrascadas e comentários despudorados de um cara com visão radical da utilidade das mulheres. Depois falo mais. Pode comprar e ler que vale a pena.

Escrevemos em 12.12.10: Ainda não lemos. O site Submarino traz em sua resenha: “Pela sua atualidade e também pela maneira como o autor domina o texto – de ritmo nervoso, ecoando o que se diz nas ruas, e não nos departamentos de literatura -, Pornopopéia é uma experiência única. E seus efeitos não são passageiros.” Arnaldo Bloch, em sua coluna de 11.11.10, de O Globo, diz que o livro de Reinaldo lhe trouxe uma “experiência de leitura que, em termos de impacto e imersão, só teve paralelo quando ele leu Grande Sertão Veredas”. Quer mais? Vou dar um jeito de ler. Deixo pra vocês um trailer da epopéia de Reinaldo:

Vai, senta o rabo sujo nessa porra de cadeira giratória emperrada e trabalha, trabalha, fiadaputa. Taí o computinha zumbindo na sua frente. Continue lendo “Pornopopéia [Reinaldo Morais, Objetiva, 2009]”