O Enigma das Bancas de Jornal

você vê algum jornal na foto abaixo?

banca de jornal

Sou mesmo ingênuo. Escrevi artigo sobre bancas de jornais e sua proliferação na cidade, crescendo em tamanho, sofisticando a instalação e passando a vender todo tipo produto, além daqueles de sua destinação original, os jornais e revistas. Recebemos alguns comentários reagindo às minhas argumentações. Ouso dizer, que parecem mais a reclamação de pessoas interessadas no crescimento do negócio “banca de jornal”. Alguns, por serem os jornaleiros e das bancas depender seu ganha-pão. Outros, porque o negócio é bom mesmo, tem grana rolando, e vale à pena brigar para manter o negócio. Bem, o espaço aqui é livre…

Uma coisa me incomodava. Afinal, o negócio não é tão bom assim. Vender balas, sorvetes e refrigerantes não deve ser tão rentável que valha a pena tornar as bancas esses monstrengos sofisticados, cada vez maiores, estrutura metálica, com ar condicionado, brotando nas calçadas da cidade. Sou bobo mesmo. Mas acabei percebendo qual é mesmo o negócio da equivocadamente chamada “banca de jornal”. Aquilo não é um balcão de venda de produtos. A “banca” é, na verdade, um outdoor plantado em locais privilegiados da cidade. Sacaram? O grande negócio por trás das bancas é vender uma área de anúncio. Vender jornais e revistas, ou qualquer outra bobagem, é subproduto do grande e rentável negócio: vender propaganda! Pô, demorou, mas eu entendi.

Agora que percebi a jogada e sei que a prefeitura acha que encher o visual da cidade com propaganda é muito bom para a beleza do Rio, tenho até uma sugestão radical para tratar o problema. Já que a prefeitura não está nem aí para a qualidade de nosso espaço público, podemos reduzir as bancas usando um artifício. A solução é simples: transformemos as bancas de jornal em outdoors! As eufemísticas “bancas de jornal” virariam realistas “muros de propaganda”. Minha prosaica solução apresenta inúmeras vantagens. Com ela, as grandes caixas que emperram nossas calçadas seriam reduzidas a muros onde a propaganda seria apresentada. Sei que não interessa à prefeitura, mas os muros de propaganda são, por definição, estreitos e deixariam a calçada livre para exercermos o direito de ir e vir. Para os exploradores da propaganda em bancas de jornais, e provavelmente para alguém no governo do município, que deve se locupletar protegendo seus interesses, a grande vantagem é que não precisariam manter a banca de jornal em si. Além disso, um muro instalado ao longo da calçada tem, como todos sabemos, dois lados. O espaço de propaganda fica duplicado! Maravilha, hem? Claro, que o visual da cidade vai ficar mais merda do que já está, mas quem se incomoda com isso?

Em tempo: Minha genial proposta diminui o número de empregos de jornaleiros. Juro que não acredito que quem está decidindo estas coisas se preocupa com isso. Não sejam ingênuos que nem eu, o que vale mesmo é a grana que os espertos ganham. Sugiro até uma resposta para ser usada por quem for questionado sobre o desemprego dos jornaleiros: – “Eles poderão ser aproveitados na florescente atividade de manutenção dos muros de propaganda”. Acho que agora peguei o espírito do estilo de governo aqui no Rio.

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Publicado em rio de janeiro
79 comentários sobre “O Enigma das Bancas de Jornal
  1. francisco disse:

    me orgulho de ser jornaleiro,e de ser uns dos mais destacados na minha profissao. ja perdi as contas de quantas entrevistas que já dei em varias canais de comunicaçao desse país.

  2. luciana carvalho disse:

    nossa q pessoa confusa q escreveu esse artigo ou tem os pensamentos confusos ou nao sabe passar de forma intenligivelmente o q acha q pensa ! pensa ? sera ?

  3. Alessandro disse:

    Poucas vezes tive o desprazer de ler tanta bobagem, meu amigo esta faltando muita humildade, relaxa parceiro….

    Respondendo: Bobagem? Humildade? Tensão? Sou mesmo muito limitado. Não entendi o comentário.

  4. AI AI disse:

    NÃO POSTOU MEU COMENTÁRIO POR MEDO?… CHIQ…!!

  5. AI AI disse:

    AINDA NÃO ENTENDI SE SUA IDEIA FOI PROSAICA OU GENIAL….

    VOCÊ DEVE ENTENDER MESMO DE URBANISMO… GOMAS DE MASCAR PELO CHÃO E TODO TIPO DE COISAS, MAS PODIA SE PRESENTEAR COM UM BOM CURSO DE PORTUGUÊS – SEUS “FUTUROS CLIENTES” SE SENTIRIAM MAIS CONFORTÁVEIS EM TRATAR COM UM PROFISSIONAL QUE SABE O SIGNIFICADO DO QUE DIZ.

    A PROPÓSITO, NÃO É A PREFEITURA QUE EXPLORA ESSES ESPAÇOS E SIM EMPRESAS DE APROVEITAMENTO DE MEDIA, QUE SOMENTE PAGAM IMPOSTOS A FAZENDA MUNICIPAL. E OS JORNALEIROS “ALUGAM” O ESPAÇO PARA ESSAS EMPRESAS. ISSO OS AJUDA, POIS ENQUANTO AFIXADAS AS PEÇAS PUBLICITÁRIAS, ELES GANHAM UM VALOR ALÉM DE SEU FATURAMENTO COM BALAS E REVISTAS, QUE CONTA COMO CERTO E QUE AJUDA A CUSTEAR INCLUSIVE O PLANEJAMENTO URBANO DA CIDADE, DENTRE TANTAS OUTRAS COISAS.

    SEU TEXTO PARECE DE UMA PESSOA DROGADA, COMPLETAMENTE PERDIDA, EM ALTA ROTAÇÃO. ACREDITO QUE EXPERIENCIE PROFUNDA DEPRESSÃO NO REVERSO DESSA VELOCIDADE TODA, DESSA ONIPOTÊNCIA ARTIFICIAL.

    DEVERIA PROCURAR UM PSIQUIATRA SEM FRESCURA OU PRECONCEITO.
    PSICANÁLISE TAMBÉM FAZ MUITO BEM… e ainda é chic. ÓTIMO PARA UM FUTURO URBANISTA QUE DEVE TER DE LIDAR COM INTELECTUAIS DE MENTES EQUILIBRADAS. MENOS ARROGÂNCIA, RAPAZ.

    LUZ.

    Respondendo: Calma lá Seu Luz. Seu texto está um tanto confuso para minha percebida incapacidade intelectual. O que foi de tão estranho que eu disse? De novo, pois já respondi muitos comentários recriminantes, explico: “eu não tenho nada contra os labutantes jornaleiros.” Dito isso, reafirmo que não gosto é que o espaço público das calçadas seja utilizado para instalar grande quantidade de pontos de venda (chamados bancas de jornais) que considero de mal gosto. Minha opinião é essa. Acho que muitos outros concordariam comigo. Mas esse tema não dá caldo. Me pergunto por que ele não é abordado pela mídia, pela imprensa, opa, pelos jornais? Será que é porque jornais vendem em bancas e, portanto, quanto mais bancas melhor? Em tempo: uma curiosidade me ocorre. Prezado missivista Luz, porventura você não teria algum interesse econômico no negócio de erigir bancas com paredes onde colocar outdoors para vender publicidade?

  6. Celso disse:

    Lamento eu talvez não haver interpretado a matéria: “você vê algum jornal na foto abaixo?”
    Fui jornaleiro por dez anos em cidade do interior onde o desconto (ou comissão como queiram entender) sobre os preços de capa é apenas 17% e l8%, atualmente 18% para revistas e 20% para livros. No caso de São Paulo o desconto é 30%, Em curitiba 25%, no Rio de Janeiro não me informei. Realmente está comissão é insuficiente para manter a logística, custos fixos e variáveis de uma atividade que trabalha em dois turnos as vezes atingindo até quase 100 horas por semana. Quanto a publicidade na Banca só ajudaria o jornaleiro se fosse estampado os cartazes que vem semanalmente ds revistas semanais e mensais. Concordo em parte com a matéria , pena que houve a infelicidade de ser abordada de forma não técnica. Como minha loja não era de calçada não havia esse problema, mas a rentabilidade da Banca de Jornais não permite margem suficiente para arcar com aluguel de um espaço semelhante num ponto de venda, onde as de calçada e praças estão instaladas. Mas valeu a discussão. Agradeço a todos aqueles que sejam livreiros, ou jornaleiros, ou outros apreciadores comentaram a matéria. Grato pela oportunidade. “Eu” particularmente adoro trabalhar com o ramo de varejo de livros, revistas e demais artigos comercializados nas bancas de jornais. Na minha cidade “Curitiba” as bancas de calçadas e praças são padronizadas e também apublicidade é regulamentada. Eu sou a favor que as bancas continue e a prefeitura regulamente um padrão de uso do solo e de publicidade.
    A essência das “Livrarias, Revistarias, Sebos e Bancas de Jornais” é: “Cultura, informação e entretenimento”. pedrinhocelso@pop.com.br

  7. João disse:

    Gênio, seu texto está tão absurdo que, como estudante de urbanismo, aprendi muito mais com os comentários dos leitores.

  8. Magaiver disse:

    Você é o maior babaca que eu já li na net,fala serio você tem pai que é jornaleiro e passou dificuldades quando pequeno,virou homossexual e defensor da extinção dos jornaleiros.Vacilão.

    Respondendo: Prezado Magaiver. Não entendi a menção aos homossexuais. Algum problema de preconceito? Eles não podem comprar na sua banca? De toda forma, você está equivocado. Acho a profissão de jornaleiro muito honrada. O artigo trata da ocupação desordenada das calçadas. O estilo pode parecer forte, mas dá pra entender. Abraço.

  9. marcelo disse:

    acho que voçe deve ser o que os jornaleiros chamao de pescoso chega na banca olha folheia ate o jornaleiro se irritar e tocar voçe da banca por isto tem raiva de jornaleiro seu babaca

    Respondendo: Marcelo. Obrigado pelo feedback. Você está equivocado. Não tenho raiva de jornaleiros. O objetivo do post foi apontar o uso excessivo do espaço das calçadas para instalação de pontos de comércio, no caso, as instalações conhecidas como bancas de jornais. Abraço.

  10. Linda Lê disse:

    Acho que prefiro ler uma revista com críticos de verdade, que tem o que abordar, e não deveria dar devida resposta para quem não conhece o trabalho e pensa que é o mais gênio, mas já que tem tempo de sobra para ficar dissertando sobre o que mal domina, tenho que dar minha opinião sim por que a propaganda precisa de espaço para sua publicação e não é de graça que isso acontece, se não for em um bom lugar, se for em um desses “becos” que vocês tem aos montes ai no Rio de Janeiro, para que? Quer dar uma boa ideia gênio? Faça sua proposta beneficiar os jornaleiros, que deveriam ganhar pra ficar trabalhando 12 horas.

    Disse que ninguém entendeu sua colocação? acho que você não sabe se expressar então, aula de redação deve ter ae no Rio né amigo?

    Respondendo: Calma Linda. Não sei a quem ofendi, mas parece que você não gostou do meu ponto de vista. Não consegui identificar qual seu interesse. Você tem uma banca? Trabalha na prefeitura e controla licenças para novas bancas? Vende publicidade nas bancas?

  11. Marso aurelio Antunes disse:

    Moro no Rio, na Zona Sul e discordo de que as bancas de jornal estejam coladccas uma na outra. Talvez na Rua Siqueira Campos e no Centro .De resto…

  12. Anônimo disse:

    Caro senhor, as bancas de jornais são centenárias, além de vender cultura, os jornaleiros ajudam a população, dando informações de ruas e ajudando a quem precisa. No passado, durante muitos e muitos anos, essa classe ajudou menores, no projeto “pequenos jornaleiros” e hoje muitos deles se tornaram cidadãos de bem. Roberto Marinho e Adolfo Bloch sentaram em várias bancas de jornais com seus amigos jornaleiros que sempre incentivaram a venda de seus produtos. Espero que o senhor pense melhor, e reflita que é uma classe de trabalhadores honestos que lutam pelo seu pão de cada dia e não ganham dinheiro com propaganda, mas sim com muito trabalho e, faça um favor a si mesmo, coloque em sua plataforma propostas mais interessantes e inteligentes, como erradicar a violência e, tratar da saúde pública e educação, pontos esses extremamente falhos, diante dos impostos que todos nós pagamos.
    Grata.

    Respondendo: Caro comentarista. Posso ter exagerado na história de me candidatar. A cidade não corre este risco. Foi apenas um início de conversa para tocar no assunto do artigo. Reitero que respeito os jornaleiros, trabalhadores que labutam no dia a dia nas bancas da cidade. Repito também que temos bancas demais, muitas delas, apenas pontos de venda bem situados no caminho dos consumidores que andam pelas calçadas. O fato de termos muitos problemas – e como temos – não invalida que tratemos de problemas menores. Alguns dizem que os grandes erros de gestão, a permissividade na administração, são construídos com pequenos erros “toleráveis”. Obrigado pelo comentário.

  13. Clara disse:

    Aqui em São Paulo, não podemos fazer propagandas, e o numero de Bancas é super controlado pois nem há autorização de concessão por enquanto. Aí no Rio pode ser até do jeito que o Sr (respeitando) comenta. Péssima imagem do Rio de Janeiro que o sr promove. Frustrado com a cidade ? Frustrado consigo mesmo ? Aqui temos também além de Bancas de jornais, barracas de bujingangas e salgados, autorizadas e controladas pela nossa Prefeitura, eu como mãe, respeito o trabalhador que de alguma forma traz um dinheiro para casa, e que não tem tempo de ficar em casa desempregado. Abraços a todos que estão aqui.

  14. Tiago disse:

    eu sou do interior e tenho uma banca, pelo menos aqui não é vantajoso ter banca, por é uma sangria, não podemos contar a comissão de revistas, temos que ter um outro tipo de lucro se é com propaganda porque não…

  15. rafael disse:

    Ja que as calçadas do Rio suportam esse tanto de Banca de resvista, eles podiam liberar para que eu abra meu açougue em uma calçada. Nao vou estar levando informacao mas vou estar levando CARNE. e sempre e bom ter um açougueiro perto de casa, ele tem sabe dar enforção e pode ser um pisicologo. E ainda aproveito pra vender havaianas e colocar uns anuncios em volta da BANCA DE CARNE

    Respondendo: Pois é…

  16. Anna disse:

    Nossa… Fiquei simplesmente horrorizada com esse seu post… Ainda que ele tenha a intenção de abordar as propagandas, é de uma insensibilidade tremenda! Para atingir a essência do assunto que quis abordar, você saiu atropelando uma categoria de trabalhadores, com seu desrespeito pelo trabalho desenvolvido por essas pessoas, os jornaleiros. Acho que você precisa entender melhor o universo das bancas de revistas para poder falar com mais propriedade sobre as propagandas presentes nelas.

    Respondendo: Oi Anna. Nunca foi minha intenção “atropelar uma categoria de trabalhadores”, no caso, os jornaleiros. A questão em pauta é apenas que os postos de trabalho criados pela instalação das bancas surgem pela ocupação desordenada das calçadas. Sobre as propagandas: como existem muitas bancas, existem muitas paredes nas ruas (as paredes das bancas) usadas para colocar propagandas, que, sem dúvida, não contribuem para a beleza da cidade. Veja-se, o exemplo de São Paulo, que retirou todos os outdoors que enfeiavam a cidade. Obrigado pelo comentário.

  17. leandro disse:

    antes de falar que no rio tem uma banca do lado da outra entenda e procure se informar sobre a lei cada bairro tem uma distancia determinada de uma banca para outra e caso tenha uma perto da outra significa q a procura e grande e nessecita de mais bancas naquela regiao para atender a populaçao.

    Respondendo: Oi Leandro. Obrigado pelo comentário. Acho que é meio forçado considerarmos que existem muitas bancas porque a demanda é grande por jornais e revistas. É mais natural a explicação que criar uma banca é simplesmente pegar um espaço público (a calçada!) e transformá-lo numa loja. Sem dúvida alguém lucra em criar estes pontos de venda.

  18. Maria disse:

    Vc. é um dos maiores IMBECIS que moram no Rio de Janeiro. O Rio não merece um cidadão como você.

  19. adriano disse:

    voce e um total ignorante,aja visto que uma banca de jornais vende diversos produtos assim como o supermercado extra vende revistas,pneus e a farmacia faz recarga de celular.Oimportante e que uma banca e um estabelecimento como outro qualquer que merece respeito,se existe a possibilidade de vender um espaco pq nao fazelo,vc ve na camisa de futebol propaganda de bom bril,voce ve propaganda em quase todos os meios de comunicacao,e pq esta se doendo pelos oudoor de bancas em especial?Ofaturamento da banca independe do valor extra ganho com as propagandas,e se fosse pra tirar todas as propagandas de todos os lugares os jornaleiros acatariam numa boa,mas nao e com um ignorante do assunto que isso vai acontecer.

    Respondendo: Adriano. Você não entendeu. Meu artigo se refere à ocupação desordenada das calçadas. Você confunde a propaganda na camisa do jogador de futebol (a camisa é dele, não ocupa as calçadas) com a colocação e venda de espaço publicitário plantados em quiosques proliferados pela cidade. Em tempo: os quiosques a que me refiro são as bancas de jornais.

  20. thiago disse:

    Bom sou jornaleiro a 7 anos adoro o que faço, acordo as 6:00hs vou até as 20:hs de seg a seg , não fecho em feriado, mal tenho tempo de curti minha familia, Dou conselhos na banca, deixo de cobrar jornal de emprego para quem vejo que precisa, O ganho de cada jornal hoje em dia não é o mesmo de antes, devido a internet e outros meios de comunicação, Fora que hoje em dia temos concorrentes como padarias, mercados e outros estabelecimentos que vendem jornais e revistas, Não to aqui para criticar ngm só acho um tamanho desrespeito pois quem esta de fora é fácil falar .

  21. Caros,

    Não podemos enxergar as bancas apenas como um mobiliário que atrapalha os pedestres e sim o trabalho social que é feito em cada esquina. Os jornaleiros prestam um serviço de extrema importância para a cidade! Além de levar cultura através de venda de publicações, dá informação de ruas e as vezes fazem papel de até piscicólogo, quem não conhece o jornaleiro próximo a sua casa ou próximo do seu trabalho?
    Claro que temos que ter a preocupação com o visual da cidade e com o pedestre, por isso que na Lei (São Paulo) fala que a banca não poderá ultrapassar 50% da calçada e os outros 50% é destinado aos pedestres. Não podemos generalizar todos os profissionais, se tem algum companheiro infringido a legislação que o mesmo seja punido ou que se mude a LEI.

  22. Michelle disse:

    Vale ressaltar tb, que ele está vendo o lado dos politicos né!Que com certeza devem ter adordo essa ideia!!

  23. Michelle disse:

    Gente!!!! O dono do site da reportagem que seja! Ele só quis dizer sobre as propagandas que há em cada banca, e o pq de exitirem tantas bancas uma do lado da outra. Se é banca de Jornal que venda Jornal, se for pra vender doces, salgados, (e até roupa que eu já vi), que abra uma loja ou um bar…etc.. Estou com vc, dono do site!!! Abraços =)

    • Anônimo disse:

      se preocupem mais com a vida de vcs .se for numa banca de jornal ,smp havera jornal, e voces preocupados no que vende numa banca .é tudo em prol a populaçao ….. evitem de postarem esses assuntos bobos num site bobo.uma banca de jornal é um empresa q revende mercadorias ,e existe um codigo de lei que autoriza a venda desses produtos .. tais como ,doces chinelos ,cigarros aparelho de barbear ,etc .e o jornal e a revista .que com certeza vcs que criticam ,ja foram comprar …

  24. eric disse:

    Ele deve ter sido molestado por algum jornaleiro so pode

  25. Rosângela disse:

    Bom dia a todos……Acredito que todo cidadão tem o direito de expressar o que deseja, desde que seus comentários não agridam cidadãos que trabalham com dignidade, descência e como alguns aqui falaram com uma rotina diária de 07 às 20:00hs, de segunda a domingo. O Rio com certeza é uma cidade linda, meu caro, mas confesso que o que impressiona, choca, é seu incômodo com as bancas de revistas que levam informações, cultura, notícias as pessoas, de forma mais econômica, mas não te incomoda ver a violência, a sujeira nas ruas, crianças, adolescentes, adultos usando drogas, os tiroteios, a pobreza, a fome das pessoas, os políticos corruptos, numa cidade considerada uma das mais belas do mundo. Usa tua criatividade para fazer críticas construtivas, que contribua de alguma forma na vida das pessoas…

    Respondendo: Oi Rosângela. Obrigado pelo comentário. Entretanto, você como tantos outros, não entende ou não quer entender o que está escrito no artigo. Não sou contra os trabalhadores jornaleiros. Apenas expressei que as calçadas sejam tomadas por pontos de venda, provavelmente resultado de algum esquema existente na prefeitura para ir criando bancas, que são vendidas aos operadores do negócio, os jornaleiros. Você comenta que as bancas levam informação. Muito bonito lembrar disso. Mas não precisava ter uma junto da outra. Não precisava vender refrigerantes e doces como qualquer botequim. Não precisava ser colocada nas ruas uma ao lado da outra criando paredes para exibir propaganda. E de onde você tirou que eu não fico incomodado com toda lista de sujeira que temos no país? Se você se der ao trabalho de ler o site Polemikos vai encontrar muitos artigos meus e de outros sobre os assuntos que listou. Resumindo: Você não apresentou nenhum argumento razoável. Um abraço.

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