Bar da Ponta

Praça Tupinambás, num. 2, Av. do Contorno. Salvador. (ver mapa) tel. (71) 3326-2211.

(em 14.10.2006)

A área perto do Mercado Modelo, em Salvador, foi revitalizada e surgiram alguns dos melhores restaurantes de Salvador. O Trapiche Adelaide fica por ali. Perto da Igreja da Conceição da Praia, há um posto Petrobras. O táxi que me levava quase entrou no lava-jato do posto antes de embicar na porteira que dá acesso à área dos mais iguais. Pronto, a partir do portão do estacionamento, estávamos no conjunto de lojas e escritórios onde fica o Trapiche Adelaide. Um pequeno corredor com lojas “mudernas” nos leva ao famoso restaurante. À direita, vestidos de noiva que devem custar os olhos da cara. À esquerda, a exposição de uma artista que faz estatuetas de mulheres gordinhas, bem boterinas. Tudo chique.

Chegamos ao restaurante. Passei batido. Minha intenção era o Bar da Ponta. O antigo píer foi transformado num salão comprido, com as laterais envidraçadas dando vista para a baía e os barcos ancorados. A noite de lua ajudava na caracterização do cartão postal. A turma era grande. Ocupamos apropriada mesa elíptica que comportou dez pessoas. E tudo funcionava. As bebidas ficaram nas caipiras, de cachaça ou vodca. O sabor caju era a escolha predominante dos cariocas. Depois, migrou-se para a menos tocante cerveja. Os pratos contemporâneos do Bar da Ponta foram aprovados. As brusquettas eram saborosas. Escapam elegantes do amontoado de tomates sobre o pão que encontramos por aí. A brusquetta Emiliana, com brie, rúcula e presunto cru é festa. E havia lulas. E havia um shitaque com alho e azeite que tocava o paladar. Eu sei é que o tempo passava, a conversa fluía e a comida e bebida não mostravam defeito. E assim foi. Noite a ser rememorada. No alto, o Elevador Lacerda a nos lembrar que estávamos na Bahia, como podia ser de outra forma? Jovens bonitas (as brasileiras com três refeições por dia e um bom xampu ficam ótimas) passando e completando a paisagem. Não sei se foi o efeito das caipivodcas em seqüência, entretanto não lembro de mais. Ficou faltando experimentar o dito Trapiche Adelaide. A gente volta.

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