Nós somos mesmo um povinho ruim. Nos atrapalhamos nas mínimas coisas. Os assuntos mais banais são tratados com grandiosa inépcia. Continue lendo “as rentáveis carteiras de estudante”
Autor: Ernesto Friedman
Gabeira não perdeu por causa das abstenções dos eleitores da Zona Sul
Mas Eduardo Paes aprendeu que ele não tem os votos da classe média. Por que então ele vai trabalhar para tirar o povo da pobreza?
Gabeira não perdeu devido ao “golpe do feriado estadual” providencialmente declarado por Sergio Cabral. Sem dúvida, foi fator favorável a Paes. Continue lendo “Gabeira não perdeu por causa das abstenções dos eleitores da Zona Sul”
Como ganhar dinheiro na Bolsa de Valores
Continuam valendo as regras básicas para investir no mercado de ações. Continue lendo “Como ganhar dinheiro na Bolsa de Valores”
Por que se perdeu dinheiro na Bolsa na Crise de 2008?
Se você está perguntando, tem grande chance de ser um daqueles que estão vendo suas ações se evaporarem nesta animada semana de outubro de 2008. Façamos o diagnóstico dos erros cometidos para poder pensar como agir no futuro. Continue lendo “Por que se perdeu dinheiro na Bolsa na Crise de 2008?”
Correntes e Pirâmides: o trambique continua na moda
Vejam nosso artigo O Golpe das Correntes explicando o que está por trás desse esquema em que uns poucos ganham para muitos perderem. Vejam que na década de 70, esse artifício para tirar dinheiro dos tolos já funcionava a pleno vapor na Puc-RJ.
O caderno Megazine de O Globo alerta para o recrudescimento do golpe conhecido genericamente como “correntes”. O nome de fantasia do golpe do momento é Jogo da Roda ou Jogo da Bolha. O esquema dos espertos é sucesso na Puc-RJ. É impressionante a criatividade dos trambiqueiros. Periodicamente o golpe é relançado com alguma maquiagem. O trouxa típico que cai nesse golpe combina as qualidades ingenuidade e ganância. Continue lendo “Correntes e Pirâmides: o trambique continua na moda”
O Ensaio Sobre a Cegueira [Blindness] de Fernando Meirelles
Se não me perco no tempo, foi na Idade Média, houve uma batalha nos confins da Europa em que os vencidos foram cegados aos milhares e enviados de volta para seu povo. Imaginem. Uma multidão de pessoas passando a viver sem o recurso da visão. A loucura da situação me impressionou. O livro o Ensaio Sobre a Cegueira, de José Saramago, trata da possibilidade de uma cidade, ou, talvez, o mundo todo ficar cego. O livro é muito bom. Continue lendo “O Ensaio Sobre a Cegueira [Blindness] de Fernando Meirelles”
Resultado das Olimpíadas de Pequim: 1º lugar: Jamaica, 2º lugar: Austrália, 3º lugar: Nova Zelândia
Tem sentido dizer que a China, por ter ganhado mais medalhas na Olimpíada de Pequim, tem mais mérito que a pequena ilha Jamaica? Não é razoável! A Jamaica tem 2,8 milhões de habitantes. A China tem 1,3 bilhões! Afinal, qual é o país mais eficiente na Olimpíada? Continue lendo “Resultado das Olimpíadas de Pequim: 1º lugar: Jamaica, 2º lugar: Austrália, 3º lugar: Nova Zelândia”
Estão copiando Polemikos!
Esse negócio de blog na Internet é realmente uma bagunça em relação ao direito autoral. Afinal, é muito fácil pegar um texto ou uma foto de um site e colocarmos docemente em nosso blog. Fica bonitinho, não dá trabalho, parece que a gente gerou conteúdo. Não é ótimo? Estão fazendo isso direto com Polemikos. Continue lendo “Estão copiando Polemikos!”
Resumo de 2007

Falemos do ano de 2007 que, a essa altura, já é história. Aqui fica o registro para as gerações futuras. A foto à esquerda mostra o por do sol em Ipanema no dia 31 de dezembro de 2007. A luz do dia se foi em 2007 com a cerimônia adequada ao momento. Foi um belo ano. O sol esteve sempre presente no céu azul da cidade maravilhosa. Foram tantos dias ensolarados que, no final, temia-se que as florestas não agüentassem a seca. Alguns incêndios aconteceram. Depois, uma chuva intermitente nos visitou garantindo o verde dos morros. No Natal, choveu um pouco. O final do ano teve dias maravilhosos que o povo reverenciou aplaudindo o Deus Sol em sua entrada no mar. Bonito.
Outra coisa para ser lembrada foi o calendário. O ano de 2007 foi pródigo em feriados. Foi difícil engrenar no trabalho. As festas de fim de ano caíram em convenientes 3ª feiras fechando o ano com chave de ouro.
As preocupações com o clima foram a novidade nas conversas e na mídia. O problema da ecologia ganhou as mesas dos bares. O Brasil continua mal na foto. A floresta amazônica queima largada. Não temos vontade nem competência para cuidar dela. Uma guiana lá em cima reconheceu que não tem como cuidar e ofereceu suas florestas para a Inglaterra administrar. Será que era o caso do Brasil também pedir socorro internacional para cuidar da nossa floresta? A China continua crescendo alucinada e poluindo outro tanto. Talvez seja a poluição que vai conter seu crescimento.
A economia brasileira surfou nas boas ondas internacionais. As previsões eram crescimento de 3,5%, crescemos 5%. A Bolsa cresceu 78%. O petróleo bateu US$100 no primeiro dia de 2008. Dizem que pode chegar US$150. E a Petrobras achou muito petróleo em Santos. Nesta área, o Brasil está bem. Convenhamos: Lula é um cagão! O cara tem muita sorte. Quando ele precisa administrar, dá merda. Haja vista a zona que reinou no espaço aéreo brasileiro. Mas o presidente Lula, o homem do “nunca se viu” ou “estou convencido”, se aproveitou dos bons resultados, distribuiu bolsa família a valer e ficou com 60% de aprovação. Lula ganhou o ano.
A política brasileira foi ditada pelo sem ética Renan Calheiros. Depois que todo mundo ficou sabendo que ele comia a Mônica Veloso e o dinheiro da pensão era pago por lobista de empreiteira, Renan entrou numa espiral de sacanagens que conseguiu sujar o nome pouco limpo de nosso Senado. O cara ridicularizou a política brasileira. Negociou da maneira mais baixa, mostrando que seus interlocutores topam o estilo. Vendeu caro sua saída da presidência do Senado. Ninguém foi preso.
No Rio, Cesar Maia caiu em depressão por ver suas pretensões presidenciais irem para o ralo. Ninguém gosta dele. É o contrário do que o Rio merece como prefeito. É nossa sina. Deprimido, largou a administração da cidade e ficou escrevendo bobagem em seu blog. Como não tinha o que fazer, tentou ser consultor político em eleições na Guatemala. A informação é imprecisa, mais o sentido da babaquice do Cesar Maia é exato.
No esporte, o Brasil mostrou que no vôlei tem organização, técnica e material humano. Arrebentou nos campeonatos internacionais. Mas é o futebol que melhor representa nosso país: tem roubo, grandes transações, politicagem, cartolagem, ídolos… Futebol é uma tragédia rodrigueana. Continuamos tendo os atletas, o Cacá, por exemplo, e os bad boys, como os Adrianos. Romário continuou com sua eterna saída. Conseguiu um feito: foi técnico e jogador num mesmo jogo. Ainda bem que não jogou bem, se fizesse, virava santo padroeiro.
O Rio evidenciou que o tráfico está se tornando a grande força na cidade. O filme Tropa de Elite foi a ficção retratando a realidade tétrica de nossa instituição policial. A distribuição do filme por camelôs que faturaram milhões com a venda de DVDs mostrou que a informalidade é a tônica em nossa economia. Talvez tenha sido um bem sucedido golpe de marketing. O crime está assustando a todos. O assalto a Paulinho de Viola, no penúltimo dia do ano foi emblemático. No mesmo dia, atriz da Globo, escapou porque seu Pajero era blindado. Comprar carro blindado é decisão tão simples como comprar carro com freio ABS. Quem tem dinheiro compra.
Em tempo: Feliz 2008

É oportuno discutir o aborto

Percival Puggina coloca bons argumentos contra a simplificação do debate sobre o aborto
Percival Puggina já foi colaborador de Polemikos. Não é mais. Não precisa. Ele tem seu canal de divulgação através de seu site. Puggina escreveu
bom artigo sobre o aborto (ver
artigo). Ele expõe a falta de argumentos razoáveis para a liberação do aborto. Foi bastante feliz em sua argumentação. Puggina aponta que aqueles que são favoráveis ao aborto apenas alinham motivos para cometer o crime. Os motivos ou atenuantes podem ser nobres, mas não retiram a característica criminosa do ato. Por outro lado, recentemente, aqui em Polemikos, Tirésias da Silva defendeu a legalização do aborto (ver artigo). A discussão é necessária.