Saiu na Revista de O Globo: “A moça diz que finge o orgasmo para manter o namoro. O rapaz diz que finge o namoro para manter o orgasmo.”
Categoria: comportamento
e os americanos vão legalizando a maconha…
O Estado de Nova York deve ser o próximo a legalizar a marijuana. A senadora que apresentou a proposta de legalização e taxação de seu consumo comenta:
“The illegal marijuana economy is alive and well,” she said, “and our unjust laws are branding nonviolent New Yorkers, especially young adults, as criminals, creating a vicious cycle that ruins lives and needlessly wastes taxpayer dollars.”
( de Huffpost News)
ser ateu é mais sujeito a preconceito que ser gay
Isso nos USA. Imagine no Brasil!
A recent Gallup poll found (once again) that atheists are the least electable among several underrepresented groups. Sixty-eight percent of Americans would vote for a well-qualified gay or lesbian candidate, for example, but only 54 percent would vote for a well-qualified atheist. Seven state constitutions even still include provisions prohibiting atheists from holding office (though they are not enforced). One of those is liberal Maryland, which also has a clause that says, essentially, that non-believers can be disqualified from serving as jurors or witnesses.
(Do site politicomagazin)
Por que o pessoal da Barra dirige diferente
Quando estou na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, me impressionam os carrões, as SUVs, fazendo barbaridades no trânsito. Um artigo de publicação estrangeira diz que as pessoas tendem a trapacear, a violar regras, dependendo de condições em que se encontram. O estudo identificou que pessoas em carros maiores tendem a praticar mais faltas no trânsito:
When they sit in expansive car seats, which allow them to spread out, instead of constricting them as a tighter seat would, they become more likely to commit a traffic violation during a driving simulation and, in a real-world version, cars with more expansive drivers’ seats were more likely to be illegally double-parked.
Minha dúvida é se os carros (com seus bancos maiores) induzem as pessoas a cometerem transgressões no trânsito ou aqueles que têm personalidade “espaçosa” e não respeitam os direitos dos outros é que gostam de ter carros grandes. Fica a dúvida.
Crise econômica reduz a traição entre casais italianos
A temporada das férias de agosto é pródiga para as escapadelas dos casados em Roma. As esposas vão para as praias com as crianças. Os maridos ficam na capital livres e soltos. Podem fazer seus programas alternativos com suas amantes sem restrições de horários e riscos de desagradáveis esbarrões em suas esposas. Entretanto, a crise econômica atual diminuiu as condições para a manutenção desse equilíbrio familiar italiano. Mulheres estão tendo que trabalhar mais e, portanto, não podem sair de férias. Com menos opções de empregos, a renda cai e reduz o dinheiro extra para gastar com a segunda família. Tempos difíceis.
Trair seu parceiro ou parceira é uma instituição italiana, como a macarronada e a pizza. Um estudo realizado sobre os dados dos divórcios mostrou que 55% dos homens italianos traem suas esposas. As mulheres devolvem a cortesia. Entre elas, 42% já traíram ou traem seus esposos. A faixa típica de idade dos adúlteros está entre 40 e 50 anos. Os colegas de trabalho são os casos mais comuns de relacionamentos extraconjugais, atingindo a marca de 60% das circunstâncias geradoras de traições. Novos tipos de relações (novos?) também compõem a vocação dos italianos para pular a cerca. De acordo com o estudo, 7% dos homens traem em relações homossexuais, comparado com semelhantes 5% de mulheres que traem seus maridos em relações lésbicas.