Que tal um relógio programável?

Pebble é um relógio de pulso com uma tela no lugar do clássico display redondo com ponteiros ou os tediantes painéis digitais. A novidade é que pode ser ajustado tanto quanto a forma do mostrador das horas, como para executar outras tantas funções incomuns para encontrar em um relógio de pulso. Alem de permitir fazer download de diferentes telas do relógio, é possível baixar aplicações desenvolvidas especialmente para o reloginho.

Como a demanda está muito grande, a empresa está tendo problemas de logística para entregar seu produto, que custa redondos US$150. Pebble ocupa um nicho deixado de lado por fabricantes de relógios e pequenos celulares, que poderiam ter criado uma tela de uma polegada para ser “customizada” ao gosto do freguês.

(de Bloomberg, cavado em Digg)

DuckDuckGo

Um site de busca que não controla o que você está procurando pode ser um produto de sucesso. Parece que duckduckgo se enquadra nesse perfil. Depois da divulgação de que os sites cooperam direto com o governo americano, seu uso aumentou enormemente. Declara seu dono: “Nossos usuários sabem que não rastreamos e divulgam para os amigos”. Eu nem tenho tanta certeza, mas estou divulgando.

Meu Deus, que surpresa, os EUA me espionavam!

Quem acreditava que seu e-mail não era lido por alguém além do seu querido destinatário? Deixa disso. Quando você enviava a senha do banco para a esposa, não dava um medinho na hora de apertar a tecla “enviar”? Pois é, ainda bem que a NSA não estava interessada nos seus trocados no banco. Tínhamos a certeza da solidez de princípios dos americanos. Eles controlam a tecnologia de informações no mundo e iam virar o rosto pro lado quando vissem passar nossos e-mails ou transferissem as ligações telefônicas. Me poupem. A gente sempre soube que estávamos nas mãos dos serviços secretos. Nosso governo sabe. Esta conversa de indignação é pra boi dormir.

Nossas opiniões são as melhores

Disso, temos certeza. Aliás, cada emissor de opinião tende a sofrer do mal da prepotência. Como minha opinião é a melhor, sofro muito tendo que ouvir opiniões derivadas de superstições, desconhecimento de estatística, preconceitos, medos em geral, antipatia ou, com alta frequência, a pura e simples ignorância capitaneando os motivos anteriores. Me solidarizo com Armaldo Bloch, que sintetiza em sua matéria deste sábado em O Globo, o fenômeno da liberalização do direito de cada um dar sua opinião. Sou contra! A liberdade para cada um poder dizer qualquer besteira, respaldada em nada, ou em suposições, crenças, deveria ser cerceada. Qualquer demente que vê uma janela de conversa, ou um facebook aberto, se permite opinar com cretinice radical. Isso não é manifestação, é a vandalização das idéias.

Assim, proponho derrubar a ditadura das opiniões (título do artigo de Bloch). Vamos partir para a revolução pela reintegração da razão.

Em tempo: A Igreja vai canonizar papas recentemente falecidos ou não, nem sei direito, baseando-se em fatos (?) de curas realizadas pelos pontífices, que a Igreja pretende como milagres. A possibilidade de que as curas tenham ocorrido por um dos milhares de acasos da natureza é descartada em favor da criação de um fato de marketing para a Igreja Católica. Não sou do contra. Acho apenas que trata-se do uso de uma imprecisão (talvez má fé… olha a fé aí!) direcionada para atender aos interesses da Igreja. Pô, calma pessoal, é a minha opinião!

Registro um belo parágrafo do artigo de Bloch, em O Globo de hoje:

“Ofendido por choques de realidade, o falso opinante se vê assombrado por um mal que está em toda parte. O mal, no caso, nada mais é que o medo de topar com sua própria ignorância e tornar-se um ser inválido para qualquer fim.”

iTunes Match se ajustou às minhas necessidades

Se ajustou bem (match) ao que eu desejava para administrar minhas músicas. Pode ser comprado na loja da Apple. Depois de instalado, automaticamente identificou as músicas que eu tinha no meu micro e disponibilizou uma cópia delas para mim na Cloud. O iTunes Match, na versão de 5 GB, pode fazer isso com até 25.000 músicas! Acho que conseguirei me adaptar a esta restrição. As músicas que ficam no iTunes Match podem ser tocadas no meu iPhone, iPad ou na Apple TV, quer dizer, dá pra carregar e ouvir em qualquer lugar. O custo é de US$25 por ano. Usando a unidade monetária do site iPadDicas, este serviço custa apenas 25 obamas. Bom preço.

O detalhe é a mágica da internet de hoje. A Apple tem catalogadas 20 milhões de músicas. Quando você se conecta com o iTunes Match ele verifica se as músicas que você tem no seu disco rígido estão nos arquivos da Apple e disponibilizam a versão deles, às vezes, com melhor qualidade do que aquela que você tinha na versão que estava em seu computador. E para colocar seus CDs no iTunes Match? Outra função que vem com a usabilidade que Mr. Jobs queria oferecer. Coloquei meu CD no drive e, na hora, o iTunes perguntou se eu queria puxar para dentro dos arquivos de música deles. Um espetáculo! Agora, meu Rolling Stones, Tatoo You, está disponível em todos meus dispositivos. Show!

Tá bem que estou cada dia me enredando mais no ambiente Apple. Que se há de fazer? Eles entregam o que promete. O preço é razoável. Vamos em frente.

Enfim: Google Maps no iOS 6

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A Apple enfim cedeu. Eu (e muita gente no mundo) deixei de atualizar o sistema operacional do iPhone para não perder o excelente Google Maps. A Apple tentou lançar um aplicativo de mapas, mas sua qualidade era próximo da indigência. Ainda bem, agora posso baixar o SO da Apple. Foi bobeada da Maçã. A empresa de Steve Jobs piscou. Deve ser incômodo pros técnicos da empresa assistirem seus servidores ficarem carregados com o pessoal fazendo download do iOS 6, depois que a Apple teve que ceder à qualidade da concorrente Google.

Atualizei o iOS 6 e apareceu o ícone de aplicação de mapas. Não dizia se era Google ou Apple. Busquei na loja e baixei o app do Google Maps. Um espetáculo! Continua sendo a melhor opção.

Facebook: como evitar ficar com uma lista imensa de feeds

Não posso dizer que sou um grande entusiasta do Face. Acho muito demandador e desarrumado. É como a vida, mas só que é mais uma e rouba tempo da original, que corre em tempo real. Bem, de vez em quando eu entro para ver como vão as coisas. A lista de feeds dos amigos é uma tortura. Tem gente que é agradável na vida real, mas é um saco de aturar na vida virtual. Seus feeds são indigentes. Assim, uma boa ação de assepsia é cancelar os caras que são chatos e, infelizmente, muito produtivos. O Facebook não facilita excluir de uma vez os feeds de uma pessoa.

Vai aqui o caminho: Na sua própria página do Facebook, escolha o feed de um autor que você quer parar de ver. Clique no nome do autor do feed. Você acessará a página do amigo. No alto, do lado direito, há um botão “AMIGOS”. Clique nele. Surge um menu, cujo segundo item é: “Mostrar no feed de notícias”. Clique ali para desligar a publicação dos feeds desse autor no seu Facebook. Tão simples e trabalhoso, pois temos que fazer isso para cada amigo que quisermos desligar. O Facebook devia disponibilizar o recurso de uma lista de amigos para marcarmos de quais deles queremos ver os feeds. Como uso pouco e sou um sujeito de poucos amigos, dá para controlar. E a vida que segue…

vale a pena comprar tapete pela internet

20121013-122005.jpgDecidi comprar um tapete Kilim Indiano que vi em anúncio da Revista do Casa Shopping, no Rio, que concentra o maior número de lojas de móveis, decoração, materiais para cozinhas, banheiros, enfim, tudo que sonhamos para arrumar a casa. Fui direto na Casa Júlio, indicada no anúncio. Adorei um tapete Kilim de 2,00 x 2,50m, com o preço de R$ 2.400,00, já com 20% de desconto à vista negociados. Não me decidi. Na semana seguinte, recebi nova edição da revista do Casa Shopping, chamada Magazine. Na seção “Vitrine”, havia uma propaganda da Casa Fortaleza, trazendo outro modelo de Kilim Indiano listrado com valor inferior ao da Casa Júlio. Eram motivadores R$1.800. Fui de novo ao Casa Shopping, mas a variedade de tapetes na Casa Fortaleza era pequena e não havia os modelos coloridos que eu queria. Nisso, procurei na internet e me deparei com um site de loja de São Paulo: tendadostapetes.com.br. Encontrei tapetes Kilim lindos, com valores muito mais baixos que ambas as lojas do Rio. Comprar pela internet levanta dúvida sobre qualidade e garantia de entrega. Entretanto, ao navegar pelo site, achei-o extremamente organizado e verifiquei que havia loja física da Tenda dos Tapetes em SP. Bem, eu já sabia o tamanho que queria… Continue lendo “vale a pena comprar tapete pela internet”

Trello, aplicativo para controle projetos com colaboração

Joel Spolsky, co-fundador da empresa Fog Creek Software, diz que sua companhia prova que os programadores podem ser bem tratados e, ainda assim, serem produtivos. Seus programadores têm escritórios privados, almoço grátis e trabalham 40 horas por semana. Os clientes só pagam se o software que oferecem os encantar. Eles fazem o Trello. Continue lendo “Trello, aplicativo para controle projetos com colaboração”

Iniciando no Lightroom

Tô começando. O Lightroom é uma solução esperta para cuidar das fotos. É mais profissional que um Picasa e menos pedreira que o Photoshop. Isso, sem falar no preço, que fica no valor viável em torno de 100 dólares.

Para quem está começando, como eu, há um bom artigo de Scoot Kelby, que parece ser figurinha famosa no terreiro do LR: 10 Things I Would Tell New Lightroom Users. Já vi várias cópias desse artigo em outros blogs. As dicas tocam em pontos interessantes tais como qual a abordagem utilizar para arquivar as fotos. Ele recomenda deixar de lado os folders e utilizar o recurso de Coleções do LR. A piada é que “os folders são bons para guardar as fotos ruins”.

E quanto a nossa ânsia de documentar nosso precioso material? Vale a pena ficar “tagueando” todas as fotos para poder achá-las num “piscar de dedos”. É válido esse desejo incontido de achar rapidamente todas as fotos. Ele propõe um critério para você saber se deve colocar tag em tudo que é foto. Pergunte a você mesmo: Quando foi a última vez em que eu não consegui achar uma foto simplesmente indo no painel de Coleções do Lightroom? Boa pergunta.