Brasil perdeu para Holanda. Perder é normal. Mas ficou o gosto amargo do Brasil perder feio. A feiúra é ver um atleta bem pago, bem treinado, se descontrolar e pisar na perna do adversário, daí que foi expulso e selou a desvantagem do time brasileiro que culminou com a derrota. Ridículo. Será que Dunga tema a ver com isso? Apesar de todo o investimento em futebol que é feito no Brasil, o despreparo psicológico do técnico Dunga, a grande marca dessa Seleção, parece ter se espalhado pelos jogadores. Enquanto o futebol verde e amarelo dava certo, os jogadores ainda se seguravam. Quando ocorreu o gol da Holanda, a fragilidade do time aflorou, deu o barata avoa no time. Completamente desnorteados em campo, perder foi o resultado natural. Predominou nossa mediocridade. Pelo menos, agora, a imprensa não tem mais porque se conter em relação a Dunga. Podemos execrar este babaca.
um padrão de fotos
Estava olhando umas fotos antigas e encontrei algumas que se parecem, que seguem um padrão. Deve ser um vício de fotógrafo que tenho. Vejam abaixo:
Jardim Botânico, Rio-

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Zuka

Rua Dias Ferreira 233 loja B. Leblon. tel. 3205-7154. clique aqui para ver mapa
revisitando em 29maio2010
A área da Rua Dias Ferreira continua bombando. Esta volta ao Zuka confirmou a antiga boa avaliação. Continue lendo “Zuka”
opinião de francês sobre depilação
Deu em O Globo, na coluna do Joaquim Ferreira dos Santos. Pesquisa de francês sobre os hábitos das brasileiras com relação à depilação chega à grande conclusão: “Por causa do clima, ela (a brasileira) se sente suja se não se depila.” Prontamente, Polemikos contratou pesquisa para saber do hábito da francesa para cuidar da grama do parquinho. O resultado: “Por causa do clima, ela (a francesa) se sente limpa e deixa a grama crescer.” Com isso, os guerreiros gauleses vivem felizes em suas jungles. Eu, a nível de brasileiro, prezo em muito os cuidados da rapaziada em não deixar o mato tomar conta.
qual é a boa loja para comprar armários? e qual é a ruim?
Procurei por reclamações das lojas Favo, Kitchen, Samurai, Celina e Lacca. São lojas com tradição de qualidade. Anunciam em revistas conceituadas, como Casa Cláudia. Nada encontrado! Fiquei surpreso. Esperava por poucas reclamações, mas elas deviam aparecer.
Procurei então pelas lojas que estão nos jornais todos os domingos, geralmente em O Globo, na Revista de TV e Revista Domingo. São exemplos a Dellano, Celmar, Italínea e Abracadabra. Espantoso o número de reclamações e o teor das mesmas. Continue lendo “qual é a boa loja para comprar armários? e qual é a ruim?”
Indicadores que não servem para nada
Servem sim, para tomar o tempo e atazanar a vida do gerente.
A cultura de gestão por indicadores está bem estabelecida nas empresas. A monitoração de indicadores para nortear as ações de gestão faz parte da rotina. O processo de gestão PDCA (em inglês Plan, Do, Check e Action) clássico utiliza o acompanhamento dos indicadores na fase “monitorar” (check). As escolas ensinam nos cursos de Administração. Os MBAs reforçam. A cabeça dos gestores está “feita” para o uso dessa ferramenta. Mas, como todo remédio, seu uso exagerado traz problemas. Algumas áreas de negócio caem na armadilha de usar dezenas de indicadores que se destinam a controlar tudo na empresa. Na ânsia de gerar indicadores, alguns daqueles produzidos são ridículos, não produzem nada de útil para ajudar o gestor. Mas consomem tempo para serem calculados e analisados. Continue lendo “Indicadores que não servem para nada”
Homens que não amavam as mulheres [Stieg Larsson, Companhia das Letras, 2005]

Em tempo: O filme do livro estreia no Rio em 14 de maio de 2010. Foi feito na Suécia. Mas um caso para conferirmos se acorre a sina das adaptações para o cinema serem piores que os bons livros. A conferir.
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Li o livro nos primeiros dias de 2010. Ficou como candidato a melhor livro do ano. Na realidade, “Homens que não amavam as mulheres” é de 2005. Foi o primeiro volume de uma trilogia. Um detalhe é que o autor morreu aos 50 anos, em 2004, vítima de um ataque cardíaco, logo depois de terminar a obra. Como Larsson era engajado em campanhas – por exemplo, contra a “exploração de mulheres” – que pode ter gerado alguns inimigos pouco tolerantes, a teoria do assassinato do autor tem adeptos. Continue lendo “Homens que não amavam as mulheres [Stieg Larsson, Companhia das Letras, 2005]”
iPad x Familião
O novo tablet da Apple é o grande candidato a “produto de tecnologia do ano”. É sucesso de vendas, apesar de seu custo de US$600. Já no Brasil, o concorrente mais forte para produto do ano é mais modesto. A tecnologia é antiquada, é produzido na China por prováveis US$0,50 e chega aos consumidores por caminhos tortuosos. Continue lendo “iPad x Familião”
o tempo
O mistério do tempo nos maravilha e assusta. Tão perto de nossas vidas, é a matéria que as constrói, mas dele pouco sabemos, só temos do tempo esta fresta, o presente, que nos foi presenteado. Continue lendo “o tempo”
em tempos de iPad, ainda falamos de Kindle
estou me preparando para praticar a grande traição: trocar os livros por uma engenhoca eletrônica

Faz algum tempo, pesquisei sobre o Kindle no site da Amazon. O sistema inteligente de monitoração dos clientes da Amazon deve ter me incluído como possível interessado pela evolução do produto. Ou seja, entrei na mala direta da Amazon sobre o Kindle. Bem, se eu não tivesse gostado do material que recebi, chamaria de spam, mas eu gostei. O email começa assim: “Como alguém que demonstrou interesse anteriormente no Kindle, nós achamos que você poderia querer saber de seus novos recursos…”. Continue lendo “em tempos de iPad, ainda falamos de Kindle”