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que venha 2013

Veio 2013. Contra as expectativas dos maias, o universo continuou firme e forte. A natureza anda aprontando, vide desastre das chuvas em NY este ano. Teve galeria de arte com 1m d’ água e as obras boiando. Imagino que homelesses e outros não-votantes nos republicanos devem ter boiado também, mas a imprensa não mostrou. Pelo menos, eu não vi.

Mas, deixemos de baixo astral. É hora de tomar fôlego para enfrentar o ano. Vale começar aproveitando esse sol maravilhoso do Rio, com seu escaldante recorde de 43 graus atingido no finalzinho de 2012. Em sendo assim, já cansado das comemorações do novo ano, tiro o time de campo desejando, pouco criativamente, um novo ano simplesmente espetacular para todos vocês.

Deixo uma foto do fim do dia 31, que a caminhada na Lagoa proporcionou.

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Novo ano, como sempre

Vou de copista de João Ubaldo, de sua crônica em O Globo de 01.01.12:

“O mundo é perfeito, não é como a gente quer. Já pensou se fosse como cada um quer? E, tudo bem pesado, a graça da vida é isso, nada é certo, tudo pode acontecer, o que parece que é no outro dia não é. Grande verdade, pelo menos não percamos a graça da vida.”

Assim, não nos furtemos de desejar: Feliz 2012.

sobre o 11 de setembro

Polemikos já existia. Nosso blog vem de épocas anteriores ao 11 de setembro. No dia do ato terrorista mais famoso de todos os tempos, “postamos” (acho que naquele ano ainda não se usava esse neologismo) uma análise sobre o que havia acontecido. É interessante ver que, ainda digerindo as imagens assustadoras das torres caindo, analisamos razoavelmente a grandiosidade histórica que acontecia. Só erramos em estimar que de 10 a 20 mil pessoas tivessem sucumbido sob os escombros dos prédios. Vejam o artigo em sua forma de página simples da ápoca (clique aqui para ver o artigo O Dia do Atentado Terrorista).

O Islamismo radical vai tomar conta do norte da África?

Tenho medo. A revolta se espalha como rastilho de pólvora entre os países vizinhos do norte da África e Oriente Médio. As ditaduras toleradas por tantos anos pelo Ocidente – em troca de petróleo ou tolerância em relação a Israel – correm o risco de cair nas mãos de religiosos extremistas pregadores de Maomé. Tenho um medo danado dessa turma. As igrejas arrecadadoras de grana aqui do Brasil têm pretensões políticas. Elas praticam com profissionalismo o aumento de sua influência no Congresso Nacional. Religião esperta pedindo dízimo já me causa arrepios, mas quando os deuses são usados para controlar a vida dos pobres coitados e criar fanáticos suicidas, fico perto do pânico. Os americanos de Obama devem estar se coçando de ver seus antigos amigos xeiques sendo expulsos do poder pelo povo pedindo liberdade, democracia ou seja lá o que for. Quando Fidel Castro derrubou a ditadura em Cuba, os americanos acharam que tinham um aliado. Deu no que deu. O que será que vai surgir na política desses países árabes revoltados? A Irmandade Muçulmana está cheia de vontade. Um artigo muito antigo aqui de Polemikos, do tempo do 12 de Setembro, quando comentávamos a intolerância dos ianques com a Cuba de Fidel Castro, enquanto namoravam a família Saudita nas Arábias (veja “Bin Ladens e Fernandinhos Beira-Mar“). Agora, vamos todos ter que aturar. Vocês que acham que um Irã chateia muita gente. E um Irã, um Egito, uma Líbia? Chateiam muito mais!