cinemaalguns e-mails e comentários recebidos sobre...

30set01    Hurricane
21jun01    O Tigre e o Dragão
07abr01   
Gladiador
28jan01    Corpo Fechado
08jan01    O Implacável
18nov00 
E Aí, Meu Irmão, Cadê Você
06set00   Eu,Tu,Eles
01set00 
  MI2 também tem méritos!
24ago00 
Assédio
16jul00    
Bom coadjuvante em filme sem qualidade
19jun00   Tenha Fé
20mai00   O bom e o mau ator (2)
13mai00  
Joana D'Arc
30abr00  
O bom e o mau ator (1)
09abr00  
Louvando Tudo Sobre Minha Mãe
08mar00 
Discordando de Megume T. Ori
07mar00  Beatriz prefere Mr. Law a Mr. Ripley
06mar00 
Clélia conta o começo de Beleza americana
28fev00  
Buena Vista, a beleza do simples
23fev00   Buena Vista
18fev00   Sobre Eugenia Corazon e Ernesto Friedman
27jan00    Felice, Felice
10nov99   Espiritismo e Sexto sentido
30out99   
Sexto sentido e Bruxas de Blair

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sobre Hurricane - o furacão

30.09.2001

Só hoje assisti a este filme. Como diz o artigo, sinto-me sedenta de justiça. Fica-se estarrecido ao saber da estória. É uma tremenda injustiça. Acredito que o Sr. Rubin Carter não deva ter sido um santo, coisa que nenhum de nós é, mas ser condenado por um crime que não cometeu e passar 19 anos na prisão, por puro preconceito racial, já é demais. Fiquei chocada e infelizmente entendo o porque dó ódio que os americanos geram no mundo. Neste momento, após o atentado terrorista, que chocou o mundo, podemos entender o ódio que levam à atitudes (claro injustificadas) como as ocorridas em setembro passado. Os americanos precisam entender que não existe raça diferente, todos somos iguais (eu sou branca, descendente de europeus e americanos).

Admiro o Sr. Rubin Carter, admiro os canadenses que o ajudaram, e admiro muito o jovem que o ensinou a amar.

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sobre O Tigre e o Dragão

21.06.2001

o tigre e o dragao teve e está tendo o sucesso que lhe cabe pelo fato de ser um filme de luta marcial com um enredo romantico ao fundo.
quer coisa mais sacal, praticamente se falando, do que ir ver um filme de luta marcial sem nexo nenhum? ou melhor, onde o mocinho sempre ganha do bandido? bah!!!!
marketing? qual foi a jogada de marketing que esse filme teve a não ser o boca a boca??? marketing eh pearl harbor, que pelo boca a boca esta tomando na cabeca!! pelo menos nos estados unidos!!!!
nao dá pra comparar este filme com 7 samurais ou matrix. pelo simples fato de ter uma historia de amor ao fundo. uma não, duas!!
pode não ser o melhor trabalho de ang lee, mas com certeza eh o filme que colocou o sapato chines em cima do tapete vermelho de hollywood, com direito a estatuetas e tudo o mais.

Mariane

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sobre Gladiador

12.12.2001

Vocês não entendem nada de cinema !! Vocês assistem filmes analisando o que poderia ser melhor, comparando produções de mestres e estilos diferentes. Seria como na pintura em telas, comparar as pinturas de Rembrandt e Van Gogh, dois grandes artistas, mas de estilos e visões bem diferentes. Se você pegar a melhor pintura de um e a pior de outro, e colocá-las p/ um adolencente criticá-las e avaliá-las, ele mencionará uma pintura própria que fez na aula de educação artistica e não saberá dize qual obra é melhor. Na verdade, talvez a pior obra de um valha mais que a melhor do outro, mas, como o adolecente, vocês não saberiam distinguir isto. Sobre o comentário do "Gladiador", sua crítica é compreensível, pois você deve sempre falar mal de algo p/ fazer valer (ou pelo menos tentar) a sua profissão. O que importa é que quando eu assisti o filme e saí do cinema, pensei: Gladiador é o melhor filme que assisti no cinema, e um dos melhores que já assisti na minha vida ! Assim como foi Spartacus, Ben-Hur, etc...

Não analisem os filmes, mas o assistam e sintam a sua emoção antes do comentário. Talves assim vocês possam elaborar melhores comentários sobre obras-primas como "Gladiador".

07.04.2001

Eu penso que o filme deveria levar a cotação máxima. E acerca daquela que se diz que uma parte do filme foi imitação de outros, bem, ainda está para chegar o filme que não tenha momentos semelhante a outros.

 Já vi o filme 2 vezes e gostei muito, foi o que até hoje mais me cativou, pois sou um grande amante de história e admiro muito o exército romano.

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sobre Corpo Fechado

28.01.2001

Gosto desse tema " bem / mal". Acredito que seja um assunto tão vasto que um filme como este ou um livro como o de Paulo Coelho  nao o abordem  na totalidade.
Mesmo assim fiquei curiosa para assisti-lo e  o farei em breve.
Adorei seu  comentário final, realmente a vida é cheia de problemas mas divinamente linda!

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sobre O Implacável 

08.01.2001

Cara Bá,

Eu em seu lugar não teria cedido à insistência do seu namorado e amigo... (da próxima vez, você já sabe!) O pior foi que, enquanto o amigo de vocês dormia, não deu nem pra dar uma namoradinha, já que, aparentemente, seu boyfriend estava ligado na tela... E você, pobrezinha, tentando desesperadamente comprar uma pipoca pra se distrair e fugir do tédio! Que programão...

Beijo,

Clélia Riquino

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sobre E Aí, Meu Irmão, Cadê Você? 

18.11.2000

Fui assistir à última obra dos irmãos Coen no cinema, temendo que George Clooney (bonito, mas longe de ser um bom ator) estragasse o filme. É difícil vê-lo sem o jaleco de médico da série americana E.R., do canal Sony. Não estraga, mas também não convence muito em seu papel cômico. O que me animou foi o fato de ter também no elenco o sempre ótimo e hilário John Turturro. Tim Blake Nelson (que completa o trio protagonista) foi uma boa e agradável surpresa. Conforme ressalta Ernesto Friedman em seu comentário, a expressiva fotografia (que muitas vezes se assemelha a verdadeiros quadros), assim como a trilha sonora (com belíssimas interpretações a capela), são mesmo o ponto alto do filme! Certamente investirei na compra do CD.

Clélia Riquino

08.11.2000

Coincidentemente, vi o filme hoje. A bem da verdade, vi mal. Há coisas inexplicáveis nos nossos cinemas. Vou relatar um fato e temo que ele não reflita a "verdade técnica." Há momentos em que a projeção se apresenta distorcida, desfocada, uma péssima imagem. Disseram-me: isto é porque o gerente do cinema economiza a "vela". Até hoje não me disseram que "vela" é esta e eu continuo sofrendo com esses problemas!

Mas, voltemos ao filme. George Clooney me surpreendeu! É como tirar água de pedra. E Ulisses, a Odisséia, perpassaram no filme todo. As idas-e-voltas são perfeitamente cabíveis. Afinal, a Odisséia no cinema, que me desculpem a estreiteza da citação, é uma odisséia. O nosso amigo crítico? - resenhista - disse tudo aquilo que eu gostaria de ouvir, e ouvi! O filme é simplesmente delicioso. Os irmãos Cohen fazem um cinema direto, simples e gostoso. Uma tarde deliciosa, num cinema nem tanto, e um ótimo filme.

Décio Mafra 

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sobre Eu, Tu, Eles  

Stenio Garcia está realmente maravilhoso neste filme.  O trabalho do diretor com os atores está muito bom.  Pena o casting ter cedido aos apelos de colocar um homem "bonito" na tela, com cara de urbano.  Não combinou. 

Não entendi porque Arnaldo Heredia ficou desconcertado com o filme.  Reação estranha: o filme é tão quadradinho... e tudo nele é tão bonito, até a pobreza!

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sobre Missão Impossível II  

Também não gostei do MI II e não gosto de filmes de ação.  Mas tenho que discordar da visão de Arnaldo Heredia que acha que a sala completamente vazia do cinema em que ele viu o filme indica que os adeptos do gênero ação também não gostaram do filme. Que comentário idiota!  Pois ele não disse que desistiu de ver o filme na época do lançamento por causa das filas na porta. Pois ele não notou que o filme já está a meses em cartaz e ele está atrasado na sua crítica?

Quanto ao filme e sua consistência, isto é uma bobagem!  Ele não notou que isto não importa no filme?  Não notou que o filme honra a longa tradição dos James Bond?  Não notou a beleza de colocar uma Bond Girl (ou Cruise Girl) negra sem nem falar do assunto?  E como cinéfilo, como ele conseguiu não notar a habilidade de Woo ao filmar as inverossímeis cenas de ação, onde nós sempre conseguimos entender o que está acontecendo, sabendo onde estão todos os personagens e o quê estão fazendo?!

Isto é uma habilidade difícil, que quem gosta e entende de filmes nota e tem de comentar numa crítica.  E quanto aos atores, o problema não é a linda Thandie Newton, mas do cabelereiro dela! Que chapinha horrível!  Mas não compromete o filme, dá apenas uma sensação de estranheza.

O que faria o filme muito melhor seria o casting ter escolhido um vilão mais vilanesco.  O vilão do MI II é rídiculo, escolhido para não fazer sombra ao ator/produtor Tom Cruise.  Este é o problema do filme! (Qual "este"?  Tanto faz...)

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sobre Assédio  

Perfeito o comentário de Eugenia Corazon sobre o filme de Bernardo Bertolucci... nada a acrescentar.  UM BELO E ENVOLVENTE FILME. Ney.

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sobre Brasil inviável         

Parece-me que fica faltando um comentário sobre o ator que interpreta o personagem que acompanha o de Marcello Antony. Apesar de não lembrar o nome, seu trabalho merece destaque, nesse filme tão sem interesse e sem qualidade, na minha opinião.

Criar um personangem homossexual sem cair na caricatura da "bichinha" é sinal de um bom trabalho de ator, já que o filme é estrelado por um "quase" ator.

Cinema, teatro, televisão, etc... são canais de interpretação para atores e não somente para rostos bonitos, pois nesse caso: beleza, não põe mesa.

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sobre Tenha fé         

Eu tambem adorei o filme. Ao contrário de você, minha primeira opção são as comédias românticas, que obedecem, quase sempre, ao meu lema: Cinema é a melhor diversão.

Silvia Krutman

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sobre Nem barro nem tijolo      

Caro Arnaldo.

Obrigada pelo comentário sobre meu artigo.

Em parte concordo com você. Gostaria apenas de ressaltar que procurei falar da atuação sem nenhum enfoque pessoal. Pois cada um sempre tem uma preferência. Eu, particularmente, gostei de alguns desempenhos do ator Raul Gazola.

Eu quis refletir a respeito das possibilidades da interpretação. Busquei ser imparcial e questionar a atuação sem classificá-la como boa ou ruim. Como muitas vezes alguns atores considerados ruins surpreendem e os bons decepcionam.

O trabalho do ator é contínuo. A construção do personagem não tem um princípio nem um fim. Sempre existe algo a acrescentar, algo a enriquecer. É um processo delicado e profundamente sútil.

Mas me sinto satisfeita pelo assunto ter "rendido". Afinal toda opinião é sempre muito bem vinda.

Novamente agradeço por você ter me mostrado um outro lado da questão.

Renata Mafra 

(leia agora o comentário referenciado nesta nota)

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sobre Nem barro nem tijolo      

Cara Renata,

Concordo com sua colocação de que não dá pra exigir que os bons atores estejam sempre excelentes em seus papéis. Acho perfeitamente aceitável que eles escorreguem eventualmente. Por isso, compartilho de sua opinião de que eles devam ser criticados em função de suas atuações. Perfeito. Pelo menos em se tratando dos bons atores.

Acredito entretanto, que como em todas as áreas e em todas as profissões, há os maus atores. Estes, enquanto não demonstrarem que têm ao menos um exemplo de boa atuação, continuarão a ser citados por mim como maus atores. Adoro também o ator Matheus Nachtergaele. Acho que ele tem muita qualidade e por isso mesmo não creio que possa ser colocado no mesmo balaio que alguns péssimos atores. Seria até um desrespeito com o seu trabalho.

Sendo assim, quando um ator como o Raul Gazola, mostrar ao público, um trabalho (apenas um) que tenha qualidade, ele passará a ser criticado por mim como um ator que teve ao menos um bom momento. Enquanto isso, não tenho como evitar de me referir a ele como um mau ator.

Em tempo: Infelizmente, como em qualquer profissão, ser esforçado não vale muita coisa. O que o mercado exige e valoriza, é o resultado e não o esforço.

Arnaldo Heredia

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sobre Joana D'Arc    

13.05.2000

Cara Veronika.

Como dizia minha avó: "Falem mal mas falem de mim." Ou como dizia o saudoso Dias Gomes: "Pessoas que não incomodam não deveriam ter nascido".

Portanto continue defendendo o seu direito a sua opinião. Devemos acreditar na liberdade de expressão. Às vezes - e são muitas - ser mulher e ocupar o espaço anteriormente destinado apenas aos homens incomoda.

Enfim, todo indivíduo tem o direito de manifestar suas idéias e impressões a respeito de tudo, desde que não prejudique ninguém.

Pobre coitado do leitor preconceituoso e infeliz que escreveu coisas tão deselegantes a respeito do seu artigo e sobre a sua pessoa. Pois não se deixe abater e continue a dizer o que pensa.

Ele deveria ao invés de criticar os outros fazer algo mais produtivo. A inveja...   

Grande abraço.

30.04.2000

Sobre a questão da censura em Polemikos, quero colocar minha colher nessa sopa.

Sou absolutamente contra qualquer tipo de censura. Entretanto, achei de extremo mau gosto os comentários sobre a pessoa da Sra. Verônica Duprat. Não conheço a Sra. Verônica, não vi o filme Joana D'Arc e nem gostei de seu artigo sobre o filme. Sobre isso eu até poderia falar se tivesse a paciência necessária, mas nunca falaria (e não falarei) sobre a pessoa da Sra. Verônica. Aliás, não importa nem um pouco a opção sexual dessa senhora. Seja qual for ela, é uma opção que deve ser respeitada.

Há comentários maldosos, politicamente incorretos, que devem ser condenados, mas que muitas vezes são divertidos. O comentário do Sr...(como é mesmo o nome dele?) nem isso consegue ser. É um comentário grosseiro e sem graça!

Insisto que sou contra a censura e acho até que o comentário desse senhor (ou senhora?) deveria ter sido publicado na íntegra, até mesmo para ser criticado. Felizmente essa publicação foi feita e eu pude criticar seu texto. Nunca criticaria sua pessoa, como ela fez, até porque nem sei se o nome dela é um nome de travesti!

Arnaldo Heredia

25.04.2000

Censura em Polemikos

Em 18.04, recebemos comentário sobre o artigo de Veronika Duprat, de 14.04, discutindo o filme Joana D'Arc. Um trecho do comentário nos pareceu inadequado, pois não discutia a opinião de Veronika, mas se dirigia a pessoa da autora do artigo. Não nos pareceu (nem nos parece ainda) elegante. Optamos, naquele momento, por publicar o comentário sem o trecho com referências pessoais à Veronika.

Em 25.04, recebemos outro e-mail do mesmo leitor em que este defende a liberdade de crítica e denuncia nossa censura ao seu primeiro comentário.

Não abrimos mão de selecionar o que é publicado em Polemikos, mas concordamos com a necessidade de oferecer a maior liberdade possível aos leitores e críticos que visitam nosso site. O missivista tem razão na sua cobrança: antes de qualquer avaliação nossa, o gosto dos leitores será o melhor filtro para o que for publicado. Assim, apresentamos abaixo o comentário original à matéria de Veronika e a segunda carta com as críticas ao nosso "furor censorial".

Certo ou errado? Elegante ou não? Vocês têm última palavra.

A crítica a nossa censura:

Veronika Duprat lembrou de Freud quando escreveu sobre a Joana D’Arc de Luc Bresson.  Ela deve estar precisando de muita análise, pois censurou o comentário que eu enviei!!!  Não é por questão de espaço, porque tem comentário muito maior do que o meu...  Será que incomodou tanto uma leitura Freudiana entrelinhas da madame Veronika, mostrando que este interesse todo por um personagem feminino que gostava de se vestir de homem pode querer dizer alguma coisa mais?  E será que não tem uma linha editorial neste site que impeça censura?  E censura de algo que deveria ser visto com mais tranquilidade, afinal qual é o grande crime de insinuar possíveis tendências homossexuais de madama Veronika?  Ela é filha dileta do dono?  Isto é que um site de opinião!  Hasta la vista, polemikos.

18.04.2000

Estou lendo nas entrelinhas de Veronika Duprat que ela não leu/entendeu nada, nada, nada da mensagem do Joana d'Arco!!!   Será que ela viu que Mila Chatovich é apenas uma modelo que o diretor estava papando à época do filme?  Pois agora que o "casamento" acabou ela não vai conseguir mais este papéis não, porque ela é péssima!  É apenas uma mulher objeto filmada por um diretor maneirista em close perpétuo num filme perdido e sem imaginação.  O pior é que estraga o currículo do John Malkovich.  ... vai ver em vídeo a Jeanne d'Arc de Robert Bresson, que aquilo é que é um filme!

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sobre Tudo sobre minha mãe   

Talvez o que falte seja a compreensão de que a arte de fazer cinema é universal, portanto não petencendo apenas a quem faz, mas a todos os que interagem com a obra feita.

Tudo sobre minha mãe, filme de um impressionante amadurecimento do diretor e sobretudo, um filme com uma enorme capacidade de fazer os seus vedores refletirem sobre suas vidas. A arte faz isso com a gente, seja americana, brasileira ou espanhola.

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sobre comentário de Megume T. Ori  

Caro Sr. Megume T Ori.

Ter flexibilidade é ser democrático. Se o site Polemikos se propõe a publicar textos que considera publicáveis, acredito que o faz por considerar o espaço aberto a todos. Gosto é uma questão individual. Cada um deve ter a liberdade de falar o que pensa, da forma que achar mais conveniente, sem prejudicar ninguém.

Censura tá fora de moda. Preconceito também.

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sobre O Talentoso Ripley   

Arnaldo

Vi e tambem adorei Matt Demon no filme.

Mas gostei tambem de Mr Law. Enquanto um mocinho bonito e sedutor, ele dá um super banho... Ele tem uma vivacidade, uma energia que Mr Ripley não consegue copiar quando personifica o outro.

Maria Beatriz Alessi

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sobre Beleza americana 

Cara Clélia.

Mesmo que no início do filme mostrem a morte da protagonista, não precisava dizer isso em seu artigo. O interessante da crítica é não revelar nada, mesmo o que precocemente poderá vir a ser revelado. Pena. Pois já sabemos não o final, mas o início. O que dá no mesmo. Afinal uma história tem princípio, meio e fim. Portanto qualquer revelação estraga a surpresa! 

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sobre Buena Vista Social Club 

O filme conseguiu captar a beleza do simples, ver este filme é um privilégio. As cenas, retratam um povo forte e culto. As músicas embalam os ouvidos.

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sobre Buena Vista Social Club

Meu caro Ernesto Friedman,

Foi com muito prazer que li sua matéria sobre o filme Buena Vista Social Club. Entretanto gostaria de somar a essa polêmica alguns pontos aos quais, talvez, você não tenha dado a devida atenção.

Muito além da técnica cinematográfica, tão bem descrita por você, Buena Vista trouxe à tona dois sentimentos adormecidos: o da esperança, da eterna possibilidade de fazermos aquilo que mais gostamos, e a constatação do custo que paga uma nação para preservar sua soberania.

Em relação a seu questionamento do governo cubano não ter dado a estes artistas a oportunidade de manterem-se em atividade, lembro que há exatamente quarenta anos, quando da entrada em Havana do Exército Rebelde, a era de festa e de euforia, celebrado com a Cuba Libre, mistura de rum cubano com a coca-cola norte-americana, o Social Clube Buena Vista estava em plena atuação. Não lhe parece pouco provável que um povo heróico como os cubanos, que resistem e resistiram a inúmeros cercos, bloqueios e dezenas de invasões frustradas, deixe sua cultura musical ser derrubada. O mais adequado neste caso seria nos perguntar porque o bolero não conseguiu resistir, ficou fora de moda, e foi substituído pela salsa caribenha, que também invadiu Cuba? O mérito musical de Buena Vista é recuperar este gênero musical esquecido.

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sobre Eugenia Corazon e Ernesto Friedman

Polemikos,

Sou confessadamente adepto da teoria Kantiana de crítica. Acredito que a crítica deve abordar os pontos positivos e negativos da obra, deixando, ao leitor, a decisão ou não de assistir ao espetáculo. Daí, a dificuldade que venho encontrando ao ler alguns  textos divulgados neste site sobre cinema. Tenho a impressão de que determinados colaboradores querem impor a sua opinião. Quando discorrem sobre um filme, o fazem em um tom de distanciamento da obra e não admitem contestação. Sugeriria um pouco mais de seriedade e flexibilidade.

Já Eugenia Corazon parte de uma perspectiva diferente. Para ela, o filme não acontece apenas na tela. Ela tem necessidade de um outro cenário que eu ousaria chamar de “du dehors”. Sua crítica não ocorre, certamente, na sala de projeção. Eugenia quer mais. Quer “les environements”, os arredores, as sensações do espectador, a luz interior de cada um que, em seu texto, se complementam numa visão muito real do filme.

Ernesto Friedman não se entrega. Talvez seja ele o melhor crítico. Aquele que olha apenas o filme, seus atores e analisa a obra pela obra. Gosto muito de sua participação.

Espero que o Polemikos continue nos prestigiando com essas duas personalidades tão especiais como Eugenia Corazon e Ernesto Fridman.

Megume T. Ori

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sobre Felice, Felice

Eugênia,

Apreciei muito sua matéria sobre Felice, Felice. 

Felice, Felice também me incitou a não esquecer a eterna incerteza de ser amada(o). Ou como você disse: “... Da assimetria entre a certeza do amante pelo objeto do seu amor e a incompreensível indiferença que este objeto lhe dedica.”

Então por que não proclamamos sem pudicícia nossa “dimensão de amor” pelo outro, tantas vezes não compreendida e apreendida? Por que não exercitamos ser mais amada(o) do que amamos? Por que será  que Felice, Felice traz sensações tão diferentes para quem assiste........ ?

Camilla Pessoa – Jornalista/SP

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sobre Sexto sentido

Cineastas brasileiros comem moscas.

Chico Xavier fora, certa vez, visitado em Pedro Leopoldo pelo Dr. Orbino Verner, médico em Manhumirim, Zona da Mata, Minas Gerais, que ansiava por conhecê-lo. Eis que Chico surpreende o visitante informando-lhe que sua prima Verônica está presente. O Dr. Orbino, um tanto encabulado com a revelação, retruca, à frente de todos, que de fato Verônica era sua parenta, mas que estava viva. Pois naquela mesma tarde ele a havia abraçado. Chico imperturbável, desfaz a dúvida, acrescentando:
- Não, Dr. Orbino! Verônica está presente e pede-me que lhe diga que não é viva e que era filha de sua tia Clara...
Desnecessário afirmar que o médico recordou-se, então, de sua outra prima Verônica, desencarnada há 20 anos em Presidente Soares.

e sobre almas:

...
Alguns até que gostariam de, no laboratório, pegar um espírito na ponta de uma pinça e observá-lo num microscópio eletrônico ou com contraste de fase. No campo das ciências sócio-morais as ações e reações do paciente não são passíveis de experimentações. Aí o cientísta recolhe dados.
Os espírítos são as almas dos homens que "já deixaram a Terra", por isso lidamos com mentes caprichosas, que não estão à nossa disposição na hora que melhor nos convier. No entanto, pesquisadores que se submeteram à observação criteriosa, disciplinada e principalmente sem intenções subalternas, ficaram diante de fenômenos inusitados. Fatos que se repetiram tantas vezes quantas foram necessárias para recolher dados estatísticos ao máximo.
...

trecho de e-mail de um membro do Núcleo Espirita Universitário do Rio de Janeiro. Home-page: http://zap.to/neurj

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sobre Sexto sentido

Eu gostaria de dizer que o filme "O Sexto Sentido" é realmente fantástico e que adorei, principalmente quando se compara com o filme "A Bruxas de Blair" que foi um fracasso e realmente um filme muito ruim, e o pior é que deixei de ver "A casa amaldiçoada" para ver aquele filme horrível!!!

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sobre Shakespeare apaixonado

Concordo plenamente com tudo que foi "dito" sobre o filme "'sheakspeare in love", foi toda a emoção que senti quando assisti.

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